Sorriram um para o outro. E tudo estava certo outra vez. Tudo tinha um gosto bom. (Caio Fernando Abreu)
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
E assim os dias passam...
Dificil explicar. Muitas coisas duras por dentro. Farpas. Uma pressa, uma urgência. E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o zen de repente escapa e se transforma em sem? Sem que se consiga controlar. — Caio Fernando Abreu
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